CONTECSI - International Conference on Information Systems and Technology Management - ISSN 2448-1041, 5º CONTECSI - International Conference on Information Systems and Technology Management

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DECISÃO DE MIX DE PRODUTOS: COMPARANDO A TEORIA DAS RESTRIÇÕES, CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES E O “MODELO GERAL” COM A UTILIZAÇÃO DE CUSTOS DISCRICIONÁRIOS
Reinaldo Pacheco da Costa, Ana Maria Nélo

Última alteração: 2014-11-05

Resumo


A determinação do mix de produtos deve considerar fatores internos e externos à empresa. Os externos referem-se principalmente aos preços de produtos, empresas competidoras, produtos substitutos, produtos complementares, canais de distribuição, fornecedores, clientes, localização industrial, impostos, taxas de juros dentre outros. Os fatores internos estão relacionados principalmente ao uso da capacidade industrial, à oferta (preços e quantidades) de matérias-primas e recursos humanos, aos produtos conjuntos etc. Observe-se que os fatores externos causam impactos nos preços dos produtos finais e dos insumos, enquanto os internos influenciam principalmente o custo de produtos. Em suma, a determinação do mix de produtos influencia diretamente a competitividade empresarial. Foi realizada uma pesquisa bibliográfica e um estudo comparativo dos três mais importantes modelos utilizados para a seleção do mix ótimo de produtos: O custeio baseado em atividades, a Teoria das Restrições (Goldratt) e o Modelo Geral de Kee & Schmidt. Estes métodos divergem em função da maneira com que são apropriados os fatores que compõem o custo dos produtos, e como tratam o uso da capacidade industrial. O modelo ABC revelou resultados mais consistentes para a definição de mix de produtos quando da expansão ou redução de capacidade produtiva, ao se considerarem os custos discricionários.

Palavras-chave


Decisão de Mix de Produtos; Teoria das Restrições; Gerência com base em Atividades; Modelo Geral; Custos Discricionários.